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quinta-feira, 1 de abril de 2010

iPad e Kindle

BDM - Biblioteca Digital Mundial

LANZAMIENTO EN INTERNET DE LA WDL




Especialmente para los jóvenes ya está disponible en Internet, a través del sitio www.wdl.org < http://www.wdl.org/ >



Reúne mapas, textos, fotos, grabaciones y películas de todos los tiempos y explica en siete idiomas las joyas y reliquias culturales de todas las bibliotecas del planeta.

La BDM no ofrecerá documentos corrientes, sino con valor de patrimonio, que permitirán apreciar y conocer mejorlas culturas del mundo en idiomas diferentes: árabe, chino, inglés, francés, ruso, español y portugués. Pero hay documentos en línea en más de 50 idiomas. Entre los documentos más antiguos hay algunos códices precolombinos, gracias a la contribución de México, y los primeros mapas de América, dibujados por Diego Gutiérrez para el rey de España en 1562.

Los tesoros incluyen el Hyakumanto darani , un documento en japonés publicado en el año 764 y considerado el primer texto impreso de la historia; un relato de los aztecas que constituye la primera mención del Niño Jesús en el Nuevo Mundo; trabajos de científicos árabes desvelando el misterio del álgebra; huesos utilizados como oráculos y estelas chinas; la Biblia de Gutenberg; antiguas fotos latinoamericanas de la Biblioteca Nacional de Brasil y la célebre Biblia del Diablo, del siglo XIII, de la Biblioteca Nacional de Suecia.



Fácil de navegar

Cada joya de la cultura universal aparece acompañada de una breve explicación de su contenido y su significado. Los documentos fueron escaneados e incorporados en su idioma original, pero las explicaciones aparecen en siete lenguas, entre ellas el espanõl.

La biblioteca comienza con unos 1200 documentos, pero ha sido pensada para recibir un número ilimitado de textos, grabados, mapas, fotografías e ilustraciones.



Cómo se accede al sitio global

Aunque será presentado oficialmente hoy en la sede de la Unesco , en París, la Biblioteca Digital Mundial ya está disponible en Internet, a través del sitio www.wdl.org < http://www.wdl.org/ / >.

El acceso es gratuito y los usuarios pueden ingresar directamente por la Web, sin necesidad de registrarse. Cuando uno hace clic sobre la dirección www.wdl.org , tiene la sensación de tocar con las manos la historia universal del conocimiento.

Permite al internauta orientar su búsqueda por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e institución. El sistema propone las explicaciones en siete idiomas (árabe, chino, inglés, francés, ruso, español y portugués). Los documentos, por su parte, han sido escaneados en su lengua original. De ese modo, es posible, por ejemplo, estudiar en detalle el Evangelio de San Mateo traducido en aleutiano por el misionero ruso Ioann Veniamiov, en 1840.

Con un simple clic, se pueden pasar las páginas de un libro, acercar o alejar los textos y moverlos en todos los sentidos. La excelente definición de las imágenes permite una lectura cómoda y minuciosa.

Entre las joyas que contiene por el momento la BDM está la Declaración de Independencia de Estados Unidos, así como las Constituciones de numerosos países; un texto japonés del siglo XVI considerado la primera impresión de la historia; el diario de un estudioso veneciano que acompañó a Fernando de Magallanes en su viaje alrededor del mundo; el original de las "Fabulas" de Lafontaine, el primer libro publicado en Filipinas en español y tagalog, la Biblia de Gutemberg, y unas pinturas rupestres africanas que datan de 8.000 A .C

Dos regiones del mundo están particularmente bien representadas:

América Latina y Medio Oriente. Eso se debe a la activa participación de la Biblioteca Nacional de Brasil, la biblioteca Alejandrina de Egipto y la Universidad Rey Abdulá de Arabia Saudita.

La estructura de la BDM fue calcada del proyecto de digitalización la Biblioteca del Congreso de Estados Unidos, que comenzó en 1991 y actualmente contiene 11 millones de documentos en línea.

Sus responsables afirman que la BDM está sobre todo destinada a investigadores, maestros y alumnos. Pero la importancia que reviste ese sitio va mucho más allá de la incitación al estudio de las nuevas generaciones que viven en un mundo audiovisual. Este proyecto tampoco es un simple compendio de historia en línea: es la posibilidad de acceder, íntimamente y sin límite de tiempo, al ejemplar invalorable, inabordable, único, que cada

quinta-feira, 4 de março de 2010

Escola Estadual Vila Liberdade

Livros Digitais Técnicos e Culturais – LDTC




Algo que surpreende é não termos ainda editoras e entidades profissionais produzindo e promovendo a venda de livros digitais com todos os recursos modernos de som, imagem e texto.

Sou engenheiro e trabalhei muito em manutenção e ensaios; alguém conhece algum livro que ensine, mostre, dê elementos para um bom estudo em manutenção de usinas e seus componentes? A maioria limita-se a fazer um “blá-blá-blá” hiper manjado, eventualmente mostrando alguns gráficos e coisas assim para “enfeitar o pavão”.

Usando filmes (youtube, por exemplo) a tarefa de explicar como recuperar danos provocados em mancais e turbinas ficaria infinitamente mais fácil.

DVD Players (tocadores de DVDs) e telas de todo tipo possíveis, além das projetáveis, seriam a complementação ideal. Com certeza algo deve existir em algum canto desse planeta em que o capitalismo intelectual é infinitamente mais selvagem que o bancário; mas e como avançar, furar essas barreiras?

Livros digitais podem ser simples blogs ou chegarem até textos e material colocado em portais pagos e acessíveis com senha e tudo. Quem faz?

O interessante é que esse deve ser um problema sério em todas as nossas atividades, dia a dia mais complexas. Principalmente a manutenção, que exige presteza, segurança e coragem, carece de formatos de aprendizado eficazes. Obviamente talvez isso aconteça por efeito do medo da concorrência, afinal o espírito das guildas ainda é fortíssimo.

O Governo Federal quebra lanças com o cartel das telecomunicações para formar uma estrutura de infovias universalizada em nosso país. No Paraná, ao contrário, temos o BEL (vide portal da Copel Telecomunicações). O MEC poderia fazer a sua parte criando incentivos para a produção de material digital para as escolas e profissionais. Outros ministérios e agência deveriam usar uma parte de seus recursos para o pagamento do trabalho dos autores, nem que fosse à forma de merchandising (propaganda embutida nos livros, ops!, o conceito “livro” é definido pela LEI Nº 10.753, de 30 de outubro de 2003 (1) .

Esta conceituação medieval aconteceu naturalmente dentro de um ambiente mais preocupada com a preservação de imagens e conceitos das titias e vovós...

Felizmente as coisas vão acontecendo. Ontem visitamos uma escola estadual do Paraná, a Vila Liberdade (município de Colombo), e o que observamos foi sensacional (note-se, não é uma universidade). O blog http://projetoliberdadeemcolombo.blogspot.com mostra nossas imagens e conversas. Laboratório de Informática bem montado, aulas “on line” para as professoras e uma professora de geografia usando um computador conectado em rede para suas aulas, ensinando o que é “terremoto”. A única objeção era a falta de um ou dois terminais ligados diretamente à rede geral, não intranet da Secretaria de Educação, mas os avanços foram enormes.

Ou seja, a internet veio para ficar e é um tremendo recurso à disposição de todos; o fundamental é agora criarmos produtos de interesse social e cultural de boa qualidade.

Assim podemos e devemos perguntar aos sindicatos, escolas, associações profissionais etc.: como é e o que estão fazendo? Tem bibliotecas digitais? Promovem concursos para a produção de material didático e de apoio profissionais? O pessoal sabe fazer blogs? Têm estímulo para usar bem tudo o que existe no mundo web? Conhecem os sites e endereços web de bibliotecas, museus, centros de P&D etc.?



Cascaes

3.3.2010


(1) LEI Nº 10.753, de 30 de outubro de 2003


Institui a Política Nacional do Livro

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 2° Considera-se livro, para efeitos desta Lei, a publicação de textos escritos em fichas ou folhas, não periódica, grampeada, colada ou costurada, em volume cartonado, encadernado ou em brochura, em capas avulsas, em qualquer formato e acabamento.

Parágrafo único. São equiparados a livro:

I - fascículos, publicações de qualquer natureza que representem parte de livro;

II - materiais avulsos relacionados com livro, impressos em papel ou em material similar;

III - roteiros de leitura para controle e estudo de literatura ou de obras didáticas;

IV - álbuns para colorir, pintar, recortar ou armar;

V - Atlas geográficos, históricos, anatômicos, mapas e cartogramas;

VI - textos derivados de livro ou originais, produzidos por editores, mediante contrato de edição celebrado com o autor, com a utilização de qualquer suporte;

VII - livros em meio digital, magnético e ótico, para uso exclusivo de pessoas com deficiência visual;

VIII - livros impressos no Sistema Braille.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

MANOEL SORIANO NETO

----- Original Message -----


From: MANOEL SORIANO NETO

To: J. C

Sent: Saturday, February 20, 2010 4:59 PM

Subject: RE: Direitos autorais e reedição de livros em meio WEB





Prezado amigo Cascaes!

Meus parabéns por mais essa campanha que o amigo emprrende! A literatura digital é importantíssima nos dias atuais. Não podemos, nós leitores, estudantes, etc, ficar reféns das editoras que visam basicamente ao lucro. Eu quando era professor de História Militar na AMAN, sofri na pele o prblema a que vc se reporta: tencionava publicar um livro acerca de Campanhas Militares da Antiguidade Clássica e tive a promessa de uma editora do RJ. Mais de um ano se passou e nada, apesar de eu e a AMAN arcarmos com os custos; terminei deixando de lado a pretensão maior e o livro foi publicado pela Editoerra Acadêmica da própria Academia e se tornou um dos livros didáticos da Cadeira de História Militar. A Lei que vc preconiza para a liberação de livros só viria a beneficiar milhões de brasileiros e robustecer a cultura nacional!

É mais uma cruzada a que o amigo se dedica, tal qual Dom Quxote! Palmas, muitas palmas!

Estou migrando para o "gmail", eis que tive problemas com o "hotmail"; eis o meu endereço eletrônico lá: "msorianoneto@gmail.com".

E já mantive contato com o Marcelo Barreto, filho de nosso inesquecível Erasmo Barreto, meu amigo desde os bancos escolares da AMAN - que Deus o tenha...

Receba, de coração, o mais amigo dos abraços deste seu admirador,

Soriano.

Liberação de direitos autorais

O Governo Brasileiro fez um golaço ao quebrar patentes de remédios, que custavam muito caro aos brasileiros, dando início à indústria dos genéricos. Graças a essa atitude enérgica, corajosa e eficaz os brasileiros viram os preços dos medicamentos diminuírem e ganharam alternativas importantes.

Isso deveria valer também para a cultura.

Algo extremamente lamentável é ver os preços dos livros e ainda por cima descobrir que muitas obras espetaculares não são mais reeditadas.

A cultura, venha de onde vier, torna-se importante porquê recebe a aceitação do povo, que paga para usufruí-la sempre que possível. Se o autor conquista notoriedade é por diversos fatores, dele e de um público que se interessa pelo que fez, um sem o outro não vale nada.

A música ganhou universalidade graças às emissoras de rádio e de TV, onde patrocinadores permitiram acessibilidade a todos que pudessem ouvir via rádio ou televisões programações que as apresentassem. Felizmente o custo desses aparelhos permitiu um número infinitamente maior de ouvintes do que tínhamos até um século passado, oferecendo a bilhões de pessoas o prazer e a educação de programas musicais e agora, com as TVs, peças teatrais, filmes, documentários etc. O cinema ficou no meio do caminho porque o custo ainda é elevado.

Em qualquer seminário, congresso, debate, programa e até em pregações religiosas ouvimos sempre que nosso povo precisa de melhor educação. É fácil agradar sindicatos e dizer que devemos pagar bem mais, sustentar mais gente para que todos possam aprender um pouco.

Maravilhosamente a internet veio para quebrar barreiras e paradigmas.

Quem imaginaria algo parecido a blogs, youtubes, orkuts, twitters, celulares, Kindles etc. há umas duas décadas atrás?

Agora existem e possibilitam a acessibilidade a obras culturais de qualquer espécie em praticamente toda a superfície da Terra onde o esquimó ou o índio mais selvagem, o milionário ou o favelado, o acadêmico ou o vestibulando saibam teclar algum laptop ou PC conectado à rede WEB. Mais ainda, graças a linguagens de sinais e sonorização de textos pessoas com dificuldades auditivas ou visuais podem saber o que está sendo dito e escrito.

Evidentemente precisamos de infovias.

O IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor oferece estudos valiosíssimos sobre a internet no Brasil . Sabemos que estamos atrasados, mas que alguma luz aparece no horizonte. No Paraná temos o projeto BEL , algo fantástico que certamente produzirá resultados positivos (se o próximo governador não atrapalhar).

O Governo Federal está anunciando a universalização da banda larga , ótimo. Vão usar para quê?

Nosso povo precisa de livros bons. A língua portuguesa é restritiva e os poucos livros que existem, se forem de boa qualidade, esgotam-se e se transformam em produto raro nas prateleiras de livrarias e sebos.

Nossos legisladores federais poderiam estudar e encontrar uma solução que desse o seguinte resultado:

• Livros esgotados após um tempo deixariam de ser propriedade dos editores e os autores não poderiam impedir a republicação.

• A publicação de livros manifestamente interessantes ao povo (via enquetes) e esgotados passam para uma fundação ou autarquia (após um tempo curto de espera).

• Os livros de interesse popular e acadêmico seriam então publicados, reservando-se compensações financeiras aos criadores da obra via custo de download e/ou publicidade (O governo gasta uma fortuna em publicidade).

• Os proprietários dos direitos autorais ganhariam pela autoria da obra e não pela colocação em prateleiras, mídia etc.

O principal custo dos livros está no papel, impostos, arte (capa), transporte, armazenamento, distribuição, prateleira, livreiro etc. O autor, a menos que seja um craque da literatura, fica com uma parte pequena do preço de venda. Tudo isso poderá ser reduzido substancialmente com a edição digital, distribuição via internet, aumentando-se a receita financeira dos autores, pois a amplitude da distribuição seria infinitamente maior.

Quebrar privilégios em torno de obras culturais e literárias é equivalente ao que se conquistou com os remédios genéricos.

Será que nosso Governo Federal tem competência e disposição para essa luta, acrescentando a tudo isso a edição digital, divulgação via internet ou DVDs ou equivalentes?

Lembrem-se que um pendrive pode armazenar dezenas de livros...



Cascaes

20.2.2010

Direitos Autorais e livros digitais livres

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010