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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Literatura Técnica Digital - o EAD e a PcD
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relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
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12:42
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Carta aberta
Prezados senhores
Assunto: Literatura Técnica Didática Digital
Objetivo: educar para os desafios do século 21
Temos portais, não temos literatura técnica à altura dos desafios do século 21 explorando ao máximo o potencial de registro, comunicação, ilustração, interatividade etc. que já é possível via internet ou simplesmente adquirindo-se um DVD, pendrive, computador, e-book ou algo assim.
O maravilhoso nas novas tecnologias, prontas para serem usadas por aqueles que pretendem fazer uma revolução positiva nas técnicas e usos da humanidade, é a acessibilidade. Pode-se fazer textos, filmes, imagens (além dos links) e até usar transdutores para outros padrões de comunicação de modo a tornar o “livro” útil a qualquer pessoa, seja qual for a sua deficiência. Não podemos esquecer, por exemplo, que um material digital pode ser repetido quantas vezes for necessário, apresentado de diversas formas, criar desafios graduais, ser um jogo de cultura técnica capaz de agradar o estudante mais desatento...
Deixemos às escolas darem títulos, certificados, diplomas, habilitações.
Vamos criar elementos de estudo: o livro técnico didático digital.
Precisamos, contudo, de patrocinadores.
Por exemplo, quem poderia entregar esse ofício, em mãos e não para intermediários, ao Bill Gates? Suas palestras e comportamento mostram que ele e sua fundação podem e querem ajudar nas mudanças que o mundo precisa.
Outros grandes cidadãos do mundo poderiam contribuir criando suas fundações, apoiando entidades sérias, determinadas e competentes (não é fácil descobrir alguma ONG que reúna essas três qualidades) na elaboração de bibliotecas digitais, públicas, universais.
Textos digitalizados podem mostrar mídia, propaganda dos patrocinadores e até servirem, graças ao rastreamento dos downloads, para descobrir, localizar e cadastrar quem tem interesse no assunto e o grau de conhecimento do leitor, se ele aceitar jogos e exercícios embutidos no trabalho.
Vemos e ouvimos filmes, artigos técnicos, palestras etc. dizendo que o mundo vai piorar, talvez inviabilizando a existência humana em grandes regiões do planeta. Vamos esperar? Rezar?
Devemos criar novos engenheiros, arquitetos, urbanistas, agrônomos, professores, profissionais que, enfim, sejam capazes de ensinar e usar novas tecnologias.
Nos sistemas de busca descobrimos muita coisa, lamentavelmente a qualidade ainda é precária. Nossos escritores vivem as limitações do livro clássico num ambiente que poderia ter milhares de páginas, filmes, exemplos dinâmicos, planilhas, exercícios de toda espécie e sistemas de conversão para pessoas deficientes.
Vamos esperar quanto tempo até descobrirmos que podemos fazer muito mais?
Prezados seres humanos, por favor, se possível, com o devido respeito, mostrem esse apelo desesperado a quem pode fazer, a quem tem poder para financiar, apoiar, contribuir para a universalização da cultura técnica sintonizada com os desafios do século 21 e com tudo aquilo que acreditamos ser justo e necessário à vida digna de qualquer cidadão.
Por favor, via internet (viajar é caro) colocamo-nos à disposição para maiores explicações.
Temos apenas uma certeza, podemos mudar o mundo em pouco tempo, é só oferecer, com os recursos modernos de registro, processamento de dados e comunicação, literatura técnica didática digital, se possível sem custos para o estudante, exceto aparelhar-se para poder se conectar ao mundo web.
Paralelamente devemos criar e anunciar aos quatro ventos os portais que vão hospedar o material a ser produzido (quem sabe em algum endereço da UNESCO ou algo parecido).
Atenciosamente
João Carlos Cascaes
Curitiba, 19 de fevereiro de 2009
jccascaes@onda.com.br
jccascaes@gmail.com
Assunto: Literatura Técnica Didática Digital
Objetivo: educar para os desafios do século 21
Temos portais, não temos literatura técnica à altura dos desafios do século 21 explorando ao máximo o potencial de registro, comunicação, ilustração, interatividade etc. que já é possível via internet ou simplesmente adquirindo-se um DVD, pendrive, computador, e-book ou algo assim.
O maravilhoso nas novas tecnologias, prontas para serem usadas por aqueles que pretendem fazer uma revolução positiva nas técnicas e usos da humanidade, é a acessibilidade. Pode-se fazer textos, filmes, imagens (além dos links) e até usar transdutores para outros padrões de comunicação de modo a tornar o “livro” útil a qualquer pessoa, seja qual for a sua deficiência. Não podemos esquecer, por exemplo, que um material digital pode ser repetido quantas vezes for necessário, apresentado de diversas formas, criar desafios graduais, ser um jogo de cultura técnica capaz de agradar o estudante mais desatento...
Deixemos às escolas darem títulos, certificados, diplomas, habilitações.
Vamos criar elementos de estudo: o livro técnico didático digital.
Precisamos, contudo, de patrocinadores.
Por exemplo, quem poderia entregar esse ofício, em mãos e não para intermediários, ao Bill Gates? Suas palestras e comportamento mostram que ele e sua fundação podem e querem ajudar nas mudanças que o mundo precisa.
Outros grandes cidadãos do mundo poderiam contribuir criando suas fundações, apoiando entidades sérias, determinadas e competentes (não é fácil descobrir alguma ONG que reúna essas três qualidades) na elaboração de bibliotecas digitais, públicas, universais.
Textos digitalizados podem mostrar mídia, propaganda dos patrocinadores e até servirem, graças ao rastreamento dos downloads, para descobrir, localizar e cadastrar quem tem interesse no assunto e o grau de conhecimento do leitor, se ele aceitar jogos e exercícios embutidos no trabalho.
Vemos e ouvimos filmes, artigos técnicos, palestras etc. dizendo que o mundo vai piorar, talvez inviabilizando a existência humana em grandes regiões do planeta. Vamos esperar? Rezar?
Devemos criar novos engenheiros, arquitetos, urbanistas, agrônomos, professores, profissionais que, enfim, sejam capazes de ensinar e usar novas tecnologias.
Nos sistemas de busca descobrimos muita coisa, lamentavelmente a qualidade ainda é precária. Nossos escritores vivem as limitações do livro clássico num ambiente que poderia ter milhares de páginas, filmes, exemplos dinâmicos, planilhas, exercícios de toda espécie e sistemas de conversão para pessoas deficientes.
Vamos esperar quanto tempo até descobrirmos que podemos fazer muito mais?
Prezados seres humanos, por favor, se possível, com o devido respeito, mostrem esse apelo desesperado a quem pode fazer, a quem tem poder para financiar, apoiar, contribuir para a universalização da cultura técnica sintonizada com os desafios do século 21 e com tudo aquilo que acreditamos ser justo e necessário à vida digna de qualquer cidadão.
Por favor, via internet (viajar é caro) colocamo-nos à disposição para maiores explicações.
Temos apenas uma certeza, podemos mudar o mundo em pouco tempo, é só oferecer, com os recursos modernos de registro, processamento de dados e comunicação, literatura técnica didática digital, se possível sem custos para o estudante, exceto aparelhar-se para poder se conectar ao mundo web.
Paralelamente devemos criar e anunciar aos quatro ventos os portais que vão hospedar o material a ser produzido (quem sabe em algum endereço da UNESCO ou algo parecido).
Atenciosamente
João Carlos Cascaes
Curitiba, 19 de fevereiro de 2009
jccascaes@onda.com.br
jccascaes@gmail.com
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relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
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20:18
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universalização
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Ensinar não é fácil, mais ainda quando o ignorante é o professor.
Palavras provocativas, que exigem explicações.
A qualidade do ensino depende de diversos fatores, acima de tudo da vontade das autoridades educacionais e da disposição do próprio professor em querer estudar, aprender, afinal é impossível obrigar alguém a estudar, mais ainda se tiver estabilidade no emprego.
Vivemos tempos velocíssimos, cheios de novidades, dia a dia.
Como ensinar nessas condições? Usando a aula tradicional, alunos sentadinhos em suas cadeirinhas (até no terceiro grau) e o mestre "dando aula"?
As novas tecnologias podem, em curtíssimo prazo, atingir populações dispersas, distantes, bastando para tudo isso um kit "PC mais internet", portais construídos para isso e, eventualmente, instrutores, apoio pessoal. Dependendo da atividade do aluno, talvez na vida prática tenha adquirido mais conhecimentos do que a escola lhe dará, precisando mais do diploma do que da paciência de ficar milhares de horas sentado em uma carteira em alguma sala de aula.
Duvidando-se dos conhecimentos, aí sim, os exames de avaliação, tão rigorosos quanto forem possíveis.
Novas tecnologias merecem reflexões até cômicas, um exemplo, o filme apresentado adiante.
A história da Humanidade, contudo, mostra que as grandes nações tornaram-se fortes à medida que aproveitaram as ondas, as oportunidades.
Exemplificando:
A introdução da lâmpada e do uso da energia elétrica aconteceram nos EUA graças à inteligência de T. Edison, que além de dirigir os pesquisadores que criaram tantos produtos, fazia mídia forte, criava shows, lutava pela divulgação de suas idéias.
Henry Ford não foi menos realista e tão ou mais capaz que T.E... Usar automóvel deve ter sido um desafio colossal.
A inércia cultural é um problema grave, sabemos disso. Para dar impulso, mudar a constante de inércia, acrescentar energia, precisamos de muita força, de trabalho, de energia, não é simples, como estamos vendo na questão EAD e literatura digital.
Gutemberg e os livreiros tiveram um aliado forte, os luteranos, anciosos na divulgação da Bíblia.
Thomas Alva Edison, além de satisfazer seus interesses, apareceu com a energia elétrica quando as linhas de montagem careciam de energia para produzirem automóveis e Rockfeller sonhava com o império do petróleo; não devemos esquecer que o petróleo aciona motores que, por sua vez, empurram geradores de eletricidade.
Agora temos o desafio de educar para a sustentabilidade do planeta, como dizem.
Os 8 jeitos de mudar o mundo dependem de educação intensiva, urgente, maciça, de baixo custo, capaz de chegar a qualquer canto da Terra, sujeita a atualizações rápidas, com alto grau de compreensão, acessibilidade etc.
Ou seja, tudo precisando de novas técnicas de ensino e educação.
Temos a solução.
Vamos implementá-la?
O vídeo mostrado adiante é um excelente exemplo das dificuldades de introdução de produtos novos, tecnologias diferentes.
Os dois monges, um explicando ao outro o que é um livro, mostram de forma divertida o que significa isso, mesmo entre pessoas inteligentes.
Não deixem de ver
A qualidade do ensino depende de diversos fatores, acima de tudo da vontade das autoridades educacionais e da disposição do próprio professor em querer estudar, aprender, afinal é impossível obrigar alguém a estudar, mais ainda se tiver estabilidade no emprego.
Vivemos tempos velocíssimos, cheios de novidades, dia a dia.
Como ensinar nessas condições? Usando a aula tradicional, alunos sentadinhos em suas cadeirinhas (até no terceiro grau) e o mestre "dando aula"?
As novas tecnologias podem, em curtíssimo prazo, atingir populações dispersas, distantes, bastando para tudo isso um kit "PC mais internet", portais construídos para isso e, eventualmente, instrutores, apoio pessoal. Dependendo da atividade do aluno, talvez na vida prática tenha adquirido mais conhecimentos do que a escola lhe dará, precisando mais do diploma do que da paciência de ficar milhares de horas sentado em uma carteira em alguma sala de aula.
Duvidando-se dos conhecimentos, aí sim, os exames de avaliação, tão rigorosos quanto forem possíveis.
Novas tecnologias merecem reflexões até cômicas, um exemplo, o filme apresentado adiante.
A história da Humanidade, contudo, mostra que as grandes nações tornaram-se fortes à medida que aproveitaram as ondas, as oportunidades.
Exemplificando:
A introdução da lâmpada e do uso da energia elétrica aconteceram nos EUA graças à inteligência de T. Edison, que além de dirigir os pesquisadores que criaram tantos produtos, fazia mídia forte, criava shows, lutava pela divulgação de suas idéias.
Henry Ford não foi menos realista e tão ou mais capaz que T.E... Usar automóvel deve ter sido um desafio colossal.
A inércia cultural é um problema grave, sabemos disso. Para dar impulso, mudar a constante de inércia, acrescentar energia, precisamos de muita força, de trabalho, de energia, não é simples, como estamos vendo na questão EAD e literatura digital.
Gutemberg e os livreiros tiveram um aliado forte, os luteranos, anciosos na divulgação da Bíblia.
Thomas Alva Edison, além de satisfazer seus interesses, apareceu com a energia elétrica quando as linhas de montagem careciam de energia para produzirem automóveis e Rockfeller sonhava com o império do petróleo; não devemos esquecer que o petróleo aciona motores que, por sua vez, empurram geradores de eletricidade.
Agora temos o desafio de educar para a sustentabilidade do planeta, como dizem.
Os 8 jeitos de mudar o mundo dependem de educação intensiva, urgente, maciça, de baixo custo, capaz de chegar a qualquer canto da Terra, sujeita a atualizações rápidas, com alto grau de compreensão, acessibilidade etc.
Ou seja, tudo precisando de novas técnicas de ensino e educação.
Temos a solução.
Vamos implementá-la?
O vídeo mostrado adiante é um excelente exemplo das dificuldades de introdução de produtos novos, tecnologias diferentes.
Os dois monges, um explicando ao outro o que é um livro, mostram de forma divertida o que significa isso, mesmo entre pessoas inteligentes.
Não deixem de ver
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17:08
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