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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Livro Técnico Digital - o Livro Didático Digital - que maravilha


O “livro” digital didático, finalmente aceito – chegou o momento da produção de livros para pessoas com deficiência
O Brasil não é um país simpático a inovações, exceto quando chegam acompanhadas de mídia esfuziante e cheiro de coisa estrangeira.
No mundo atual quem não corre, e muito, fica para trás. Estamos atrasados e vamos continuar dessa forma graças a corporações poderosas e interesses de grandes grupos de poder mais fechados e sempre atuantes. O povo brasileiro é espaço de formação de riquezas, geração de mão de obra de baixo custo e servilismo flagrante.
Assim vimos com imensa surpresa mudanças que o atual governo federal impôs, algumas mal avaliadas, outras extremamente importantes e que deverão mudar o Brasil. Com certeza o que a reportagem da Gazeta do Povo informou (Mais que palavras e imagens, 2013) merece trombetas, horário nacional para nossa Presidenta explicar e aplausos para o ministro da Educação, Sua. Excia. Aloizio Mercadante.
A mais recente é a proposição do MEC, conforme explicado na excelente reportagem citada, de criação de livros didáticos digitais, não apenas a transformação de livros clássicos em formato digital, mas a produção com outros padrões didáticos e de acessibilidade. Fantástico, isso permitirá que os estudantes aproveitem ao máximo o que a indústria e inteligências privilegiadas produzirem, com certeza enriquecendo fantasticamente o aprendizado.
Note-se que associado a tablets nossos estudantes não precisarão carregar enciclopédias nas costas, bastando transportar alguns cadernos, canetas e o melhor tablete possível.
Nossa esperança é também que esse material didático, que não podemos chamar de livro, pois a “Lei do Livro” (LEI No 10.753, DE 30 DE OUTUBRO DE 2003.) só faltou dizer que o livro deveria ser de pergaminho, como livros com esse material eram enrolados e não costurados em páginas, ficou a definição: Art. 2o Considera-se livro, para efeitos desta Lei, a publicação de textos escritos em fichas ou folhas, não periódica, grampeada, colada ou costurada, em volume cartonado, encadernado ou em brochura, em capas avulsas, em qualquer formato e acabamento.”
Ou seja, já em 2003, quando a Humanidade desvelava as maravilhas da internet, youtube, blogs etc. o Brasil criava uma definição anacrônica para volumes portáteis e depositórios de cultura em todas a suas formas, pois agora até música, fotografias ampliáveis e filmes poderemos ter nos “livros” digitais, além de opções de acessibilidade.
O que é fascinante destacando, é o potencial de acessibilidade para a pessoa com deficiência e até idosos. Com algum trabalho adicional esses “livros” poderão ter opção em LIBRAS e áudio descrição. Será ainda, com o tempo, o complemento ideal para cursos a distância off-line, algo que espertamente as escolas de EAD ignoram.
As fotografias deixarão de ser aquela mancha no livro que exige lupa para sabermos o que pretendem mostrar.
Jogos inteligentes e educativos terão espaço e exercícios dinâmicos até servirão para avaliar no cronômetro o conhecimento do aluno.
Web câmeras darão interatividade com os pais e professores. Enfim, o limite é a imaginação de empresários, cientistas e grandes mestres.
Se o Brasil caminha para ser um grande país não pode simplesmente viver nos tempos das senzalas e depósitos de gente produtora de escravos de todas as cores, submetidos ao poder senhorial principalmente por efeito da ignorância cultivada de diversas formas. Está na hora da revolução escolar, educacional, aliás, está mais do que na ora, simplesmente estamos atrasados.
Há muito a ser feito para podermos ombrear com as nações mais inteligentes, inclusive melhorar substancialmente os meios de comunicação. Livros digitais, entre outras virtudes, se feitos de forma adequada poderão ser interativos, conversacionais, atualizáveis permanentemente, sem necessidade de renovação completa ano a ano.
Novas escolas, mestres modernos, universalização da cultura e do ensino. Isso é possível e nesse caminho o livro digital didático ocupa uma etapa importantíssima; parabéns ao MEC.

Cascaes
24.4.2013
LEI No 10.753, DE 30 DE OUTUBRO DE 2003. (s.d.). Fonte: CasaCivil da Presidência da República: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.753.htm
LIMA, J. D. (23 de 4 de 2013). Mais que palavras e imagens. Fonte: Gazeta do Povo : http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=1365771&tit=Mais-que-palavras-e-imagens


sexta-feira, 5 de abril de 2013

terça-feira, 19 de março de 2013

leitor de livros eletrônicos Kindle no Brasil


Amazon traz Kindle com tela 'touch' de alta resolução ao Brasil

Kindle Paperwhite começa a ser vendido por R$ 480 e R$ 700.
Tablet Kindle Fire também chega este ano ao país, diz executivo.




segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Kindle-2 e a biblioteca digital portátil

Mais um passo gigantesco em direção à literatura digitalizada.
Vejam o portal:

http://www.blogkindle.com/category/kindle-2/

sábado, 31 de janeiro de 2009

Biblioteca Digital da FIEP

O sucesso de qualquer nação é função direta do potencial de educação e preparação profissional que puder implementar e manter.
Naturalmente o comportamento é decisivo. Uma personalidade apática, inibida, sem iniciativa não será empreendedora. Isso é uma característica que se adquire em casa, no seio da família, na vida escolar somando-se, com certeza, características genéticas que os criadores de animais conhecem bem.
Qualquer povo tem indivíduos de toda espécie. Uma nação é uma tremenda mistura de sementes, principalmente algo do porte do Brasil. Felizmente em nossa terra temos gente capaz de aproveitar qualquer oportunidade para estudar, aprender, crescer e trabalhar com ou sem emprego.
Aprender, estudar e ter uma profissão maior é algo regrado, regulamentado, cheio de armadilhas e restrições em nosso Brasil lusitano. Dizem que é típico dos portugueses a mania cartorial, a carimbologia e a preocupação com tantos rituais para um indivíduo ostentar um direito de trabalhar.
Aliás, vale a pena ler os livros de Eric Hobsbawm, ou, por exemplo, ver filmes da época. Os “nobres”, extremamente ciosos de suas atribuições, inibiam vontades dos plebeus, algo semelhante com a pressão negativa que nosso Barão de Mauá recebeu da corte de D. Pedro II. Notamos, até com vergonha, que os países da península ibérica ficaram para trás graças a tradições severas e rigidez comportamental de sua aristocracia. Isso agora é nosso desafio. Precisamos mudar paradigmas, criar oportunidades de formação profissional.
Fantasticamente a tecnologia associada ao Ensino a Distância viabiliza levar a escola ao aluno, onde estiver, tenha as restrições que for, ser ou não deficiente físico, mental, sensorial e/ou econômico. Para isso impõe-se, contudo, flexibilização do MEC e conselhos de defesa da profissão, barreiras à universalização da cultura técnica e ao exercício de qualquer profissão. Não podemos esperar grandes mudanças dos donos do ensino no Brasil, mas temos como viabilizar o acesso à informação através de livros técnicos digitais.
O meio eletrônico ou digital tem um potencial ilimitado de amparo à informação. Ao contrário do papel, que na forma de livros convencionais limita em consequência do peso e da imutabilibilidade de seu formato a maneira de transmitir ao leitor o que contém, o que nos atrevemos a chamar de “livro digital” (apesar da mediocridade da Lei do Livro, que só faltou dizer que nossos livros seriam feitos em pergaminho) é fantástico, impressionantemente poderoso.
Um livro digital pode conter filmes, fotografias no tamanho que se quiser, luminosidade, ser eletronicamente sonorizado ou até acionar transdutores para outros modos de comunicação. O livro digital, conectado à internet, permite interatividade entre leitor e autor, atualização permanente sem a necessidade de se descartar grandes quantidades de papel. O transporte via internet não tem peso, não gera poluição, enfim, é um mundo novo que está à disposição dos mais criativos.
Temos o desafio de reeducar a humanidade. Principalmente nessa última década a humanidade descobriu a necessidade urgentíssima de mudança de cultura, de novos comportamentos, de alterações técnicas em serviços, instalações e tudo o mais.
De que maneira transmitir tudo isso em segundos?
A FIEP está mostrando como.
A nova biblioteca, agora com recursos digitais, sob coordenação de um time de primeiríssima linha, começa a funcionar oferecendo acessibilidade organizada a bibliotecas espalhadas pelo mundo, apresentando obras próprias e caminhando para a viabilização de produção de literatura técnica digital de acordo com os novos recursos de comunicação.
Sensacional! Parabéns!

Cascaes
30.1.2009

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vídeolivro