sábado, 4 de janeiro de 2014
Urbanismo - EAD - Escolas Convencionais
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
O EAD - a importância do Ensino a Distância para os brasileiros
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A Universidade Universal – EAD assíncrono e acessível,
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Inclusão,
Revista Veja
Videoaula dá acesso grátis a cursos de grandes universidades
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Momentos de planejamento e ponderações sobre a educação e o Ensino a Distância - EAD - SIANEE
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Universalização do ensino universitário
Bons mestres, aulas inesquecíveis, o EAD e a racionalização
do ensino.
Ao longo de uma longa vida profissional todos nós com
certeza teremos participado de cursos, seminários etc. e assistido aulas
inesquecíveis, graças a mestres fantásticos. Na vida pessoal também seria de
imenso valor guardar sons e imagens de pessoas queridas para quando a saudade
batesse ou fosse importante rememorar conversas amigas pudéssemos rever em
telas de computadores e televisores cenas apaixonantes. Isso começou a existir,
a ser possível no início do século 20, o custo e complicações, contudo, restringiram
os filmes mudos, inicialmente, a salões de cinema. Registros cinematográficos
familiares apareceram com as filmadoras portáteis; eram um luxo enorme, só
acessível a quem fosse rico. Nossa geração da década de quarenta do século 20
usou muito as câmeras Super 8, agora a tristeza de tentar recuperar as fitinhas
e digitá-las antes que desapareçam.
Fantasticamente as oportunidades tecnológicas vieram
avassaladoramente.
Vivemos, agora, dentro de um cenário técnico em que qualquer
um munido de uma maquininha fotográfica, agora também filmadoras, com baterias
sobressalentes e chips com memória suficientemente grandes ou adicionais, pode
sem maiores dificuldades gravar tudo o que interessar e que a visão e audição
alcancem.
Ou seja, tudo isso pode ser usado em novos sistemas de
aprendizado e formação profissional, principalmente.
Ainda na Copel o sonho era a possibilidade de gravar
serviços complexos de manutenção, ensaios etc. Chegamos, na Presidência da
empresa, a determinar a compra e operacionalização de uma mesa e equipamentos
de registro e edição. Infelizmente mudaram de função ou (???) quando saímos da
empresa...
Por experiência pessoal sabíamos que nem os melhores
escritores do mundo em todos os tempos conseguiriam fazer livros sobre manutenção
de grandes instalações, por exemplo, com a precisão e conteúdo necessário e
suficiente. Uma imagem vale por mil palavras e bons filmes concentram milhões
de mensagens.
O tempo é o melhor tribunal.
Um velho padrão de ensino ressurge com muito mais força, o
EAD via internet, DVDs, pendrives, computadores, televisores, etc.
Nosso sistema de ensino começa a se reformular, isso é
visível nas salas de informática das escolas já do ensino médio. O que ainda
pode melhorar muito, ser mais racional, é com certeza o Ensino a Distância,
principalmente o de caráter profissionalizante e universitário.
Os pesadelos, com certeza, são as restrições formais que
criaram padrões de frequência em salas de aula. Ainda não aprendemos que a
responsabilidade pelo aprendizado a partir da maioridade pode e deve ficar com
o estudante. Nesse período o aluno e jovem precisa amadurecer, educar-se para
ter responsabilidade, tornar-se adulto. Certificados? O ENEM é um grande
exemplo do que pode ser feito, assim como o Exame da Ordem dos Advogados.
Em blogues, portais de universidades estrangeiras e nos
arquivos YOUTUBE podemos descobrir coleções fantásticas de filmes educativos e
no Brasil isso começa a existir a partir de universidades sintonizadas com o
povo brasileiro e suas carências.
A evolução foi totalmente maior, mais veloz e complexa do
que a atual geração de idosos e cidadãos de meia idade é capaz de entender.
Principalmente aqueles que ocupam cargos de decisão na área educacional são
travados pela educação antiga que receberam e não souberam atualizar. Esse é um
preconceito que, gradativamente, irá desaparecer.
O EAD, Ensino a Distância, enfrenta, “pois pois”, as
barreiras dos preconceitos e conveniências específicas de grupos de poder e
decisão.
Precisamos, neste cenário, destacar enfaticamente, permanentemente
a importância da racionalização do Ensino.
O desafio é muito maior do que preciosismos acadêmicos.
Como atingir rapidamente e de forma eficaz todos os recantos
de um continente, como é o caso do Brasil?
Note-se que não precisamos lembrar coisas tão grandes quanto
o Brasil, basta apontar as dificuldades de trânsito em grandes cidades,
principalmente para pessoas com alguma fragilidade (pessoas com deficiência,
com doenças lesionantes, debilitadas, idosas etc.).
O pesadelo da mobilidade urbana com segurança e conforto
leva à utilização de automóveis. Nossas ruas e avenidas estão preparadas para
tudo isso? Temos dinheiro para construir e operar centenas de quilômetros de
metrô em toda cidade brasileira de grande porte? Essa é a nossa prioridade?
Precisamos, queremos aulas de boa qualidade e sem o pesadelo
do trânsito, só para citar um item penoso do estudante.
Custos e qualidade?
Um único bom professor pode gerar cursos para bilhões de
seres humanos.
Vamos inverter os vestibulares?
Podemos abandonar os famigerados vestibulares, com o EAD são
desnecessários. A admissão a escolas e universidades por concursos para escolha
dos melhores professores será o desafio de centros de ensino que quiserem
sobreviver. Ou seja, ênfase na escolha de mestres e doutores para a arte de
ensinar. Os vestibulares são desnecessários, os exames podem ser automatizados,
assim como os jogos eletrônicos e digitais contêm estágios...
Com certeza os centros de EAD poderão remunerar melhor seus
professores. Será possível pagar muito bem se forem poucos. Sobre eles devemos
apontar filmadoras e sistemas e comunicação irradiando aulas e gravando lições
imperdíveis.
O EAD é uma forma de valorização dos bons professores e
solução de números problemas provocada pela anarquia urbana, má distribuição de
profissionais pelo Brasil, falta de profissionais, é a solução para a acessibilidade
universal ao ensino justiça social.
Cascaes
27.11.2013
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A Racionalização do ensino de terceiro grau e outras atividades
Campus ou estacionamentos
As universidades produzem contingentes crescentes de
ambientalistas e ecologistas. Principalmente estudantes de famílias de classe
média ou maiores raciocinam a partir de problemas que a mídia inventa e/ou
fortalece a serviço de imensos grupos industriais e conveniências das
superpotências. Na fragilidade de seus conhecimentos abraçam causas erradas,
como a contestação de produção de energia, pouco fazendo para a racionalização
de usos e costumes.
Simples hábitos de racionalização de comportamentos podem
equivaler a imensas hidroelétricas, muitos campos petrolíferos, florestas, rios
etc. em curto prazo. Para isso bastaria a proibição da mídia consumista e
perdulária e a implementação de programas intensivos e permanentes de
comportamentos sustentáveis.
Isso vale para todas as atividades humanas, inclusive para
as nossas idolatradas universidades, onde temos exemplos inacreditáveis de
desperdício de espaços, energia, do tempo dos alunos e professores...
Uma visita às universidades brasileiras, quando instaladas
em locais que facilitam o transporte individual e motorizado, impressiona
negativamente. Alguns prédios com salas de aula estão mergulhados em enormes
áreas de estacionamento de automóveis, devidamente alugadas a seus alunos. Mais ainda, não é raro ver à noite centenas de
salas iluminadas, estariam com alunos? Salas enormes com tudo ligado para meia
dúzia de estudantes é comum descobrir assim como em empresas a economia de
chaves e fios gera custos adicionais e permanentes de energia.
Os pernósticos campus[1]
(pompa e circunstância), as universidades e tudo o que depende do trânsito de
multidões precisam ser criteriosamente localizados, dimensionados, arquitetados
e questionados sobre o que será feito dentro desses ambientes. A “projarquização” (Maia) das escolas de terceiro
grau cria mais e mais salas de chefes e reduz os espaços úteis dessas
instituições.
O crescimento vertiginoso de algumas cidades e a possibilidade
de desenvolvimento de outras demandam planejamentos urbanos cautelares,
criteriosos etc. O drama é que as nossas famosas escolas de terceiro grau e
maiores não ensinam isso de forma adequada. Vale a lógica de cada professor,
mesmo que programas e ementas digam o contrário.
Em Curitiba é fácil sentir o pesadelo viário criado pelas
universidades que optaram por facilitar o transporte individual motorizado,
algo que deveria ser radicalmente inibido. A poluição, os engarrafamentos, a
impermeabilização de milhares de metros e metros quadrados de solo, o
desmatamento etc. depõem contra a racionalidade e o discurso da
sustentabilidade.
O transporte coletivo urbano pode melhorar tudo, como? Até a
Papuda precisou de ajustes para receber as elites. Se a inibição do trânsito de
automóveis e motocicletas existisse para valer as cidades seriam infinitamente
melhores, saudáveis e agradáveis.
Com certeza não existe interesse na prevenção do caos urbano,
ele existindo justifica obras gigantescas e muito palanque.
O que devemos e podemos repensar é o sistema de ensino, sua
estrutura e descobrir formas de reversão do quadro existente de degradação
ambiental.
O Ensino a Distância, EAD, integral ou parcial, seria a
chave para a substituição do modelo medieval de padrões de ensino presencial. É
simplesmente incompreensível a idolatria pelas salas de aula que ocupam
espaços, são ridiculamente pequenas se comparadas à demanda pelo aprendizado,
exigem uma quantidade enorme de professores, deslocamentos penosos e caros do
corpo docente e discente, investimentos e estacionamentos etc.
Com certeza a existência de polos de apoio a estudantes é importantíssima,
mas com estruturação inteligente, em sintonia com a Natureza.
Chegamos à era do EAD, para quê cultivar a mensagem
subliminar de campus perdulários quando seria infinitamente melhor falar em
centros de irradiação de cultura necessária e racional?
Cascaes
26.11.2013
Maia, L. (s.d.). A FÁBULA DA ARCA. Fonte:
Literatura e Opinião: http://www.luizmaia.blog.br/hpana/f/fabuladaarca.htm
A campus is traditionally the land on which a college or university and related
institutional buildings are situated. Usually a campus includes libraries, lecture halls, residence halls, student centers or
dining halls, and park-like settings. The definition currently describes a
collection of buildings that belong to a given institution, either academic or
non-academic.
The word derives from a Latin word for
"field" and was first used to describe the grounds of a college at
the College of New Jersey (now Princeton University) during the 18th century.[2] Some other
American colleges later adopted the word to describe individual fields at their
own institutions, but "campus" did not yet describe the whole
university property. A school might have one space called a campus, one called
a field, and another called a yard.
The meaning expanded to include the whole institutional property during the
20th century, with the old meaning persisting into the 1950s in some places.
Sometimes the lands on which company office buildings sit, along with the
buildings, are called campuses. The Microsoft Campus in Redmond, Washington, as well as hospitals use the term
to describe the territory of their facilities. The word "campus" has
also been applied to European universities, although most such institutions are
characterized by ownership of individual buildings in urban settings rather than
park-like lawns in which buildings are placed.
1.
Jump up^ Turner, Paul
V. (1996). Joseph Ramée: International Architect of the Revolutionary
Era. Cambridge: Cambridge University Press. p. 190.
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terça-feira, 26 de novembro de 2013
O Ensino a Distância, a universalização do ensino e o dia 3 de Dezembro de 2013
A Educação foi principal base de todas as transformações culturais
e políticas da História da Humanidade. O privilégio de aprender e do saber decidiu
e mais e mais influi na vida de todos os seres humanos. Educar e aprender são
requisitos da Civilização e constam como Direitos Humanos implícitos ou
explícitos, pois essa é uma condição de existência, só negada pelas civilizações
mais rudimentares.
Não era fácil, custava muito para quem nasceu e viveu a sua
infância e juventude longe das boas escolas e polos de cultura superior.
O Serviço de Correios, a partir de simples cartas, livros,
manuais e kits de ensaio viabilizaram há mais de um século o estudo para
aqueles que tinham força de vontade e condições de pagar seus custos, muito
menores do que abandonar tudo para aulas presenciais em locais distantes. Já naquela época essa condição de aprendizado
era suportada por excelentes profissionais, pois é infinitamente mais fácil
regular qualidade nessa condição do que multiplicando professores, nem sempre
sintonizados com suas responsabilidades.
A qualidade de quem aprendia assim era problema do aluno,
muito mais do que da escola. O mercado de trabalho se encarregava de selecionar
os melhores. Empreendedores descobriram ciências que geraram empresas,
indústrias e soluções.
As corporações profissionais, contudo, logo trataram de
proteger diplomas. Os certificados foram e são instrumentos de exclusão,
extremamente importantes em serviços públicos, empresas sem dono e protegidas
de qualquer vontade real de competência. Vale o que greves e pressões absurdas (ou
impublicáveis) conquistaram...
O Ensino a Distância, EAD, agora dispõe de recursos que não
param de se aprimorar. Novas tecnologias podem levar aulas e cursos, livros e
até laboratórios virtuais a qualquer canto do planeta que disponha de serviços
de telecomunicações ou, off line, fora de sincronismo, via pendrives, DVDs,
chips, unidades maiores ou menores de memória e processamento de dados, enfim.
Com certeza a capacidade de aprender e trabalhar pode
dispensar cursos. Poucos dos grandes inventores da história da Humanidade
tinham diplomas, a inteligência deles, o empreendedorismo e a capacidade de
inovar não tinham paciência para cursos criados para a média da inteligência
humana.
Somos brasileiros e aqui no Brasil o “brasifacismo” gerou
burocracias e sindicatos atrelados a conveniências políticas. A ideologia da
exclusão marcou definitivamente nossa história. Essa cultura pesou na inclusão
e na aceitação de quem é diferente, ainda que em detalhes supérfluos.
O Brasil precisa enfrentar e vencer desafios colossais para
compensar atrasos históricos que dispensam explicações. Entre os maiores está a
Educação e a Formação Profissional. O debate em torno do pesadelo que gerou o (Programa Mais Médicos) foi, é e será
extremamente elucidativo do que significa isso tudo.
O problema existe em muitos outros cenários. Em todos a
situação da Pessoa com Deficiência é a mais humilhante, desesperadora,
assustadora diante da tranquilidade de tecnocratas que assumiram o comando do
processo de inclusão.
Leis, decretos, normas, regulamentos etc. não bastam; na
rede pública de ensino o que vale é a disputa pelos cargos privilegiados que
assim facilitam viagens, seminários, congressos e debates intermináveis e caríssimos
sobre semântica e novas leis e decretos inúteis, pois nem os mais simples e
importantes são respeitados.
Para as pessoas com deficiência que ultrapassaram as
barreiras iniciais do ensino, algo possível em cidades privilegiadas,
maravilhosamente agora existe o EAD século 21. O Governo Federal e os estaduais
podem por decreto e viabilização de leis estratégicas romper as barragens
corporativas, algo mais do que notável na votação de Medidas Provisórias que
interessam aos grandes grupos econômicos.
O jovem ou adulto PcD precisam de acessibilidade e
oportunidades de aprendizado profissional, acima de tudo.
Por quê não subsidiar cursos em EAD (de qualquer espécie de
curso) para todos os estudantes excluídos financeiramente? Ou melhor, oferecer
os famosos diplomas após cursos em EAD com todos os recursos de acessibilidade?
O EAD custará menos do que uma grande e restritiva
universidade pública e convencional, entupida de mestres e doutores nem sempre
bem aproveitados.
O EAD pode dispensar vestibulares. Para quê? Não tem
limitações de espaço e contingente de professores... Temos o ENEM, para quê
mais?
O mercado de trabalho deve ser o grande vestibular e exames
padrão OAB (Exame da Ordem) podem substituir qualquer certificado profissional.
Precisamos unicamente de coragem e honestidade intelectual para
entender que o ensino convencional após o período de educação e acolhimento,
proteção, formação de caráter, de saúde física e mental, social e pessoal, embutidos
no pré-escolar e ensino básico pode ser melhor com os padrões modernos de EAD,
mais ainda se as escolas que o produzem se liberarem das amarras ridículas
criadas pelo MEC.
A exigência de subordinação ao MEC pode estar carregada de
boas intenções, o difícil é acreditar no que essa repartição pública decide em
meio a pesadíssimos interesses empresariais (área do Ensino) e sindicais.
Em 3 de Dezembro comemoramos o Dia Internacional da Pessoa
com Deficiência, seria fantástico se todas as famílias com problemas de
exclusão fossem à ruas protestar e exigir a inclusão já, principalmente na
Educação e Formação profissional. Em poucos meses o Governo Federal poderá
fazer muito, inclusive importando de nações mais desenvolvidas cursos prontos,
bastando a tradução e agregação de LIBRAS, audiodescrição e legendas.
É possível apesar de ser uma utopia, afinal não se muda a
cultura fossilizada de um povo por decreto ou MP. De imediato o Governo pode,
contudo, derrubar barreiras corporativas...
O povo brasileiro precisa de bons governos, viabilizar,
ampliar e universalizar o EAD é a solução para muitos de nossos problemas em
todos os serviços essenciais, por exemplo.
Cascaes
26.11.2013
Programa Mais Médicos. (s.d.). Fonte: Portal da Saúde:
http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/area/417/mais-medicos.html
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