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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A Racionalização do ensino de terceiro grau e outras atividades

Campus ou estacionamentos
As universidades produzem contingentes crescentes de ambientalistas e ecologistas. Principalmente estudantes de famílias de classe média ou maiores raciocinam a partir de problemas que a mídia inventa e/ou fortalece a serviço de imensos grupos industriais e conveniências das superpotências. Na fragilidade de seus conhecimentos abraçam causas erradas, como a contestação de produção de energia, pouco fazendo para a racionalização de usos e costumes.
Simples hábitos de racionalização de comportamentos podem equivaler a imensas hidroelétricas, muitos campos petrolíferos, florestas, rios etc. em curto prazo. Para isso bastaria a proibição da mídia consumista e perdulária e a implementação de programas intensivos e permanentes de comportamentos sustentáveis.
Isso vale para todas as atividades humanas, inclusive para as nossas idolatradas universidades, onde temos exemplos inacreditáveis de desperdício de espaços, energia, do tempo dos alunos e professores...
Uma visita às universidades brasileiras, quando instaladas em locais que facilitam o transporte individual e motorizado, impressiona negativamente. Alguns prédios com salas de aula estão mergulhados em enormes áreas de estacionamento de automóveis, devidamente alugadas a seus alunos.  Mais ainda, não é raro ver à noite centenas de salas iluminadas, estariam com alunos? Salas enormes com tudo ligado para meia dúzia de estudantes é comum descobrir assim como em empresas a economia de chaves e fios gera custos adicionais e permanentes de energia.
Os pernósticos campus[1] (pompa e circunstância), as universidades e tudo o que depende do trânsito de multidões precisam ser criteriosamente localizados, dimensionados, arquitetados e questionados sobre o que será feito dentro desses ambientes. A “projarquização” (Maia) das escolas de terceiro grau cria mais e mais salas de chefes e reduz os espaços úteis dessas instituições.
O crescimento vertiginoso de algumas cidades e a possibilidade de desenvolvimento de outras demandam planejamentos urbanos cautelares, criteriosos etc. O drama é que as nossas famosas escolas de terceiro grau e maiores não ensinam isso de forma adequada. Vale a lógica de cada professor, mesmo que programas e ementas digam o contrário.
Em Curitiba é fácil sentir o pesadelo viário criado pelas universidades que optaram por facilitar o transporte individual motorizado, algo que deveria ser radicalmente inibido. A poluição, os engarrafamentos, a impermeabilização de milhares de metros e metros quadrados de solo, o desmatamento etc. depõem contra a racionalidade e o discurso da sustentabilidade.
O transporte coletivo urbano pode melhorar tudo, como? Até a Papuda precisou de ajustes para receber as elites. Se a inibição do trânsito de automóveis e motocicletas existisse para valer as cidades seriam infinitamente melhores, saudáveis e agradáveis.
Com certeza não existe interesse na prevenção do caos urbano, ele existindo justifica obras gigantescas e muito palanque.
O que devemos e podemos repensar é o sistema de ensino, sua estrutura e descobrir formas de reversão do quadro existente de degradação ambiental.
O Ensino a Distância, EAD, integral ou parcial, seria a chave para a substituição do modelo medieval de padrões de ensino presencial. É simplesmente incompreensível a idolatria pelas salas de aula que ocupam espaços, são ridiculamente pequenas se comparadas à demanda pelo aprendizado, exigem uma quantidade enorme de professores, deslocamentos penosos e caros do corpo docente e discente, investimentos e estacionamentos etc.
Com certeza a existência de polos de apoio a estudantes é importantíssima, mas com estruturação inteligente, em sintonia com a Natureza.
Chegamos à era do EAD, para quê cultivar a mensagem subliminar de campus perdulários quando seria infinitamente melhor falar em centros de irradiação de cultura necessária e racional?

Cascaes
26.11.2013
Maia, L. (s.d.). A FÁBULA DA ARCA. Fonte: Literatura e Opinião: http://www.luizmaia.blog.br/hpana/f/fabuladaarca.htm







campus is traditionally the land on which a college or university and related institutional buildings are situated. Usually a campus includes librarieslecture halls, residence halls, student centers or dining halls, and park-like settings. The definition currently describes a collection of buildings that belong to a given institution, either academic or non-academic.
The word derives from a Latin word for "field" and was first used to describe the grounds of a college at the College of New Jersey (now Princeton University) during the 18th century.[2] Some other American colleges later adopted the word to describe individual fields at their own institutions, but "campus" did not yet describe the whole university property. A school might have one space called a campus, one called a field, and another called a yard.
The meaning expanded to include the whole institutional property during the 20th century, with the old meaning persisting into the 1950s in some places. Sometimes the lands on which company office buildings sit, along with the buildings, are called campuses. The Microsoft Campus in Redmond, Washington, as well as hospitals use the term to describe the territory of their facilities. The word "campus" has also been applied to European universities, although most such institutions are characterized by ownership of individual buildings in urban settings rather than park-like lawns in which buildings are placed.
References[edit]
1.        Jump up^ Turner, Paul V. (1996). Joseph Ramée: International Architect of the Revolutionary Era. Cambridge: Cambridge University Press. p. 190.
2.        Jump up^ Douglas Harper, CampusOnline Etymology Dictionary, accessed October 2, 2011

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